Ita Poeta

Versos Livres

Textos

TORRENTE
Alvissareira lua que testemunha em meu âmago,
Minha ânsia em atingir o clímax
A poesia jorra a fora, eu em orgasmos múltiplos
Um chafariz de palavras se encontrando e se perdendo
Sou como um domador de feras insanas
Um surfista a cavalgar ondas bravias
Alguns versos, seguro em rédeas firmes
Outros vocábulos, escorrem entre os dedos
Como se fossem areias finas
É tortuoso deveras, por vezes deleite
Êxtase e dor em um só momento
Muitos momentos, rápidos e lentos
Eu procuro a torneira que feche esse vagalhão
Mas trancafia-lo é represar o impossível
Acho que só a morte interrompe o aguaceiro...
Eu acho...
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 18/12/2008
Copyright © 2008. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras