

PREGUIÇA
Abraça-me óh ócio,
vagaroso e leve perpetua tua paciência em minha sonolência faz-me brando e calmo generoso olhar manso sol de inverno, lento aquecendo-me em um canto qualquer canto teu rosto e tenue em minha lembrança não forço, pois cansa apenas caio em teu remanso meu dorso se estica não muito, o necessário pra não ter cãimbra conheço teu sopro teu nome, eu ouço, ecoando em forma, desforme movediça te chamam: Preguiça.
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 17/04/2009
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