Ita Poeta

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DESPERTO
Estou alheio, então,
A vida me tocou
Emergi de um sono eterno
Forcei os olhos e vi
A folha cair ao chão
Na brisa que se anuncia
O riso embriagado
Da menina alegria
Outono desbotado
Solitude à tardinha
Era visão de mais
Para um recém desperto
Bambeei em meu eixo
Dor em minha fronte
Cerrei os olhos
Resolvi de novo
dormir

Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 18/06/2009
Alterado em 08/05/2026
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