

DESPERTO
Estou alheio, então,
A vida me tocou Emergi de um sono eterno Forcei os olhos e vi A folha cair ao chão Na brisa que se anuncia O riso embriagado Da menina alegria Outono desbotado Solitude à tardinha Era visão de mais Para um recém desperto Bambeei em meu eixo Dor em minha fronte Cerrei os olhos Resolvi de novo dormir
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 18/06/2009
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