Ita Poeta

Versos Livres

Textos

O LIMIAR DA FENIX
Ateei fogo em meu coração sonolento
Para que fizesse do grito, seu silencio
Para que amarrotasse seu momento
De indiferença e esquecimento

Para que ousasse novamente, delinqüente
Que curvasse de repente, e não mais que de repente!
Se lançasse ao vento,  do arco inclemente
Como flecha mortífera e ardente

Ateei fogo ao meu peito carente
Sabia que era lenha farta, e queimaria
Sem pudor, dor ou amargura
Para surgir feito fênix novamente
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 10/07/2009
Alterado em 10/07/2009
Copyright © 2009. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras