

A VALSA DO AMOR ARDENTE
Na noite que se anuncia Vejo verso, vejo valsa Vejo a vida que acontece Em tênues passos de dança Flerto com ela, vagaroso Como conduzindo um dorso De uma linda cortesã A quem ,ávido, almejo É uma batalha atrevida De olhares, mãos e nucas Ora alucinantes, malucas Ora suaves como rosa e viço E assim vai-se à noite Rodopios e sortilégios Deixas de amor latentes Madeixas no amor, coberto. E nunca sairá da mente Esta valsa, este encanto Cristalizada em algum canto De uma alma reluzente Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 19/07/2009
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