

LA NEGRA
Há um sileciar no clamor da noite
não reverbera mais o trovão na chuva a alma chora calada a partida dela La negra eu choro e lembro, como se fosse ontem jovem e sonhador a cultivar boemia quando tantas vozes em mim tocavam Elis, Gal, Simone, Bethânea ali vizinha a terra minha estava, surgia, revolucionava La Negra Brandava ao tempo sua voz potente e ao mesmo tempo comovente me abduzia em sua lamuria chorava o amor ausente gorfava a dor que surgia La Negra agora, força transcendente fara coro aos querubins mas sei, que em dia de tempestade la junto com o bradar de raios ouvirei tua voz, eterna a ecoar em minha memória e alma La Negra
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 07/10/2009
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