

DONA DE MEU TEMPO
ah memória do coração!
amarelada pelo tempo adormecida pela vida mas eminente na lembrança a queimar lenha já velha como se arvore fosse pois esta dormente sensações esvanecidas mas ainda ardidas quando a água do pensamento bule em suas linhas é manso o amor agora tanto que mal se sente ele apenas se acomodou no peito de um sonhador ancião a de chagar na derradeira quando o brilho se apagar A brisa lívida da existência extinguir em derradeiro sopro que este dileto sentimento ira comigo descansar embalando meu eterno sono "Esta é uma homenagem a minha eterna companheira de coração, a quem amo, amei e amarei eternamente".
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 10/11/2009
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