

AMOR E(MA)TERNO
meu seio é teu
minha alma minhas rugas meu tempo cada silêncio seu alimenta minha aflição cada riso explode meu contentamento meu seio te faz homem e menino tua ausência me asfixia a existência tua chegada abranda a tormenta eminente meu seio será teu até quando o estio chegar e secar meu leite e além e quando eu for só memória ainda em tua boca a nata de meu leite trará em teu palato o meu nome filho ITA POETA Coloquei esta poesia no espaço das criações literária, sobre homen escrever com eu feminino e vice versa. achei de mais e gostaria que estivesse aqui também. talvez seja o meu eu materno, sei lá.
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 20/11/2009
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