

DOR AMAINADA
Eu tenho estado tão amargo Que esqueço-me que a doçura Trouxe-me aqui, desvelado A buscar embriagado Versos em delírio Peço-vos paciência com meu azedo E também peço colírio Pros meu olhos enfermos Hoje já não choro tanto Colho flores Nas terras que reguei Com meu pranto Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 17/02/2010
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