

MEU MELHOR BEIJO
Estava eu indiferente estava então só de minha mente tão dormente ouvia o som do pó quando meu canto de olho assustou o outro olho quando tua luz indecente invadiu a minha escuridão indolente eu não temi, não exitei nem reneguei estava minha boca seca quando a tua semi-aberta pediu aconchego e eu dei não neguei foi quase instinto o que nos juntou naquele recinto e fez parir o sentimento e foi ungir o momento com uma leve saliva na minha e eu aceitei e eu cultivei conto agora pra quem vive também indiferente que foi assim em um lampejo que nasceu meu melhor beijo Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 14/04/2010
Alterado em 14/04/2010 Copyright © 2010. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|