

DEPRESSIVAS
Eu espero esvanescer a noite em meu silêncio
busco as resposta pelas frestas escuras do meu tormento andarilho da madrugada, sem sono, sem sombra, sem nada minhas lágrimas se confundem com a chuva na calçada agora ali, outrora aqui, movediço e estático, enigmático minhas mascáras nestas horas funestas, esparramadas pelo tempo estou nu, exposto perante a lua luzida e desavergonhada com memórias encravadas em minha alma amargurada mas vou ao encontro de não sei onde se chegar a algum lugar eu grito mas sou aquele individuo sem nome se encontrar meu eu em algum lugar eu minto
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 30/09/2010
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