

QUEDAS D’AGUA
Aos olhos meus,
Imensidão azul, Derramas esperança Deslumbra-me a retina Cutuca a alma crua E de minhas orbes Sedentas e emotivas Derramo águas cativas Deleite patativas Que se mostram Liquidas nereidas A mesclarem-se opulentas A celeste imensidão Um seduz o outro Em molhadas alegorias Liquidas orgias de mutuo encantamento
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 08/02/2011
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