

ESPERO
E ao esperar cultivo sonhos
E ao sonhar, afugento medos Temores que me empurram E ao me empurrarem, caminho Ando, por lugares novos, estranhos Onde não sou reconhecido Amo, seduzo, entrego-me, recuo E ao recuar, me encerro no breu De onde minha alma confusa espera
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 28/02/2011
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