

A VONTADE
Quando estava inocente em minha manhã ardida vi nascer insandecida era ela minha vontade enraivecida e estava ao meio dia em minha tarde vadia entrava com galhardia era ela minha vontade bravia me arrastava pelo dia no final da ousadia quando o sol já mal ardia era ela minha vontade ladina no amanhã da noite eterna quando a lua é lanterna e a força se esvazia sera ela minha vontade teimosa cada um tem sua sina cada um em sua rua sua meta, sua mira mas só ela sera a vontade eterna e terna Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 04/06/2011
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