

DE BAIXO DA LARANJEIRA
De baixo da laranjeira,
Nasceu um amor primeiro, Houve um beijo matreiro, Roubado na trepadeira, Na hora que se confunde, Se funde vontade estranha, Com coceira feito manha, E nasce amor perfeito, E é tudo tão rarefeito, Tudo se fazendo efeito, Que o que era mera pirraça, Torna-se paixão devassa, De baixo da laranjeira, Construí minha historia, E ante que se desfaça Minha memória faceira Eu contarei em um verso, O amor de frente e verso, Que foi fogueia ligeira, De baixo da laranjeira.
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 16/11/2011
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