

A SINA DO SÁBIO
A sabedoria alcança o sábio à tardinha
Quando se deita o absoluto irresoluto Quase a beira do destino Entrega ao peregrino Sua medalha e seu nome (novo) E se desfaz em brumas obscuras Ele, já no Armageddon de seu ego Suspira e chora pelo tempo É muito tarde pro sábio
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 21/11/2011
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