

PORTO AMOR ALEGRE
Sempre que escuto à tarde, Espreguiçando entre morros Bolinando as águas do rio Sinto uma saudade imensa De não sei quando e nem sei de onde é quase um beijo no horizonte quase coceira em lugar vazio na hora que a lua assanhada esgueira-se pelas nuvens perdidas goteja de algum tempo garoto lagrimas de lembrança ora ardidas, das paixões voadoras ora embriagantes, de alegrias perdidas deixo que a noite venha aceno pra tarde saída; tenho em mim que algo sempre me segue, não sei se são nostalgias que cutucam a mente ou esperanças sonhadoras, que atiçam o peito sei que ali estão, debochadas entre luzes de neon buzinas aturdidas calçadas apressadas de uma cidade assim a toa, porto de meus alegres dias ancoradouro, de "quem sabe, meu repouso". (com todo respeito e amor a um velho poeta que conheci há muito neste portinho nosso) Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 22/03/2012
Alterado em 22/03/2012 Copyright © 2012. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|