

DESCULPAS E RETORNOS
Andei por ai, em frangalhos Fora de meu eixo Ardido e castigado Por estas coisas que chamamos Destino Abandonei versos, Larguei meus devaneios Sorvi de minhas feridas Lamentos em suco Gotas de auto-piedade Regurgitei Aos poucos volto Desta jornada ao antro Ainda cambaleante Mas sabedor de que: Não há caminho que me leve Para longe de minha Poesia. E ainda sim e por isto Agradeço ao destino Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 03/04/2012
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