

SAMBA DO DESAMOR
Você soube, quando não era mais preciso Quando estava dissolvido Quando achava-se resolvido E o nó já desatado E trato já partido Você trouxe resumido Seu discurso definido Um adeus estabelecido E um contrato já vencido E eu fiquei na pasmaceira Na angústia derradeira De uma alma rejeitada E uma dor dilacerada Arrasou minhas fileiras Destruiu minhas certeiras Ilusões, que passageiras Inundaram em corredeiras O meu peito de desamor. Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 03/04/2012
Copyright © 2012. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|