

ENTRE MOMENTOS
Havia, ainda sim, um naco de esperança amarrotada Emaranhada entre artérias e veias de um coração aturdido Não eram vãs, não se enganem os espectadores das tragédias Era e serão sempre necessárias as ilusões tardias Epitáfios de um tempo sorvido nas delicias do outrora Avatares de um novo momento ainda crisálida na existência Mesmo que o ar falte e a vontade desapareça com a madrugada Mesmo que não haja outro por do sol ou outra chuva Não somos nós que aprendemos com a vida Mas os ensinamentos que nos escolhem Na hora exata que devemos saber o que sabemos Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 13/04/2012
Alterado em 13/04/2012 Copyright © 2012. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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