

PACIÊNCIA
quando espero acalanto meu amago com a ternura das horas fúgidas deixo que flua, sem pressa, sem eixo a liquidez do tempo para que não corroa as intenções. Aguardo o quando, para que, quem chegue, se aprochegue e construa comigo um entardecer divino Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 28/08/2012
Copyright © 2012. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|