

DA ESPERANÇA
Eu espero que se faça justiça
Quando da dor da morte calcinada Quando do fim da inocência perdida Quando derramada a verdade oculta Quando destruída a serenidade lúdica Quando escancarada a fome madrasta Quando diminuída a alma eterna Quando eviscerada a vergonha contida E arrefecida a vontade eclodida Mas além de tudo, acima de tudo Eu espero e espero por algo, alguém Que espere comigo também
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 28/09/2012
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