Ita Poeta

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DA MENTE
Adagas que cortaram minha mente
mentiras que furaram o coração
degeneradas almas inclementes
nem sabe de onde vem
e nem pra onde vão
de bocas em bazófias esquisitas
salivas, perdigotos de trovão
se arremessam pela noite fria
a procurar ouvidos de ancião
mas minha mente, mente permissiva
que não feriu, que não sangrou
enquanto se arremessa, embriagada
no precipício da desilusão
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 29/09/2012
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