

MESQUINHA
Escasso é o pedaço que me sobra No latifúndio de teu sentimento Breve é o momento que me resta Na bagunça do teu pensamento E ralo e ranço o caldo de teu beijo lento Que escorre pelo canto de tua boca vazia reduz minha boca jaz travada na agonia em reles velcro decadente e fedorento que deus se compadeça de tua mesquinharia e não permita que alguém te faça um dia o que fizeste de meu amor sereno e terno reduzindo-o em um reles anseio rabugento Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 13/11/2012
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