

ENGODOS
Toquei uma parte de mim Que estava escondida Por traz do esconderijo Esquecido; Estava a beira dos olhos Quase dependurada nos cílios Entretanto, as janelas da vida Distraíram minha mente, Meu olhar, Cavalguei no engodo, A brisa resvalando Em meu rosto e eu, Crente que estava feliz, Mas estava iludido. São tantas as brumas que, Por vezes, nem sabemos a diferença da ilusão e da felicidade: uma, acreditamos em sua vinda, mas não existe, completamente, a outra, esta totalmente a nossa mercê mas nos engana, dizendo que não existe. Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 28/11/2012
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