

EU,
Que me encontrava aqui dentro No centro de meu ego Era eu Que inflava o meu peito Que olhava de um jeito Pelo ombro Sem devido respeito Eu Que me acha intocável Imortal, inalcançável E a alma impenetrável Era eu Que nada ouvia de seu E não sentia o fel Que escorria De minhas palavras Vazias E fui eu Que despenquei do precipício Que devorei o meu inicio E me joguei ao final De tudo que era Meu Foi quando vi Que o meu mundo Era imundo Era imoral E percebi que Não era só eu Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 18/12/2012
Copyright © 2012. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|