

REMINISCÊNCIAS
E quando eu vi o meu céu de laranja Coca cola e canja Senti a alegria chegando de franja E foi verdadeira chuva de areia No calor da onda Surfei pela orla da ignorância Acho que a vida brinca de vida E nos alcança, Quando estamos na troça de trança E a elegia do dia assa nossas feridas Embebendo a mente criança E quando a tarde se ajeita na noite E o sono caçoa Com nossa vontade de estar à espera Da esperança eterna de infância Cutucando a pança E a gargalhada afrouxa as distâncias Temo que aurora da sapiência faça morada E transforme a nossa bagunça E a laranjada tarde faceira de outrora Esvaia-se em nuvens De adocicadas memórias. Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 23/04/2013
Alterado em 24/04/2013 Copyright © 2013. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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