

O HOMEM
O homem quando cria Recria, procria, malcria Entorna uma via Tranforma uma magia Em nova elegia O homem quando vence, Convence, investe, comove Envolve Demonstra sua galhardia Arrepia Mas toda a estupidez solícita, Toda a timidez insípida, São faces de uma mesma Moeda, Que será de Cesar, Que será de Roma Que será do filho E será do pai, E será do espirito O homem quando mata Maltrata, arremata, compacta Alma intimorata O homem quando morre Remoe, revive, retorse Revira e contorce Em ira Mas toda a verdade absoluta, E toda a mentira obsoleta Serão vertentes da mesma vendeta Serão correntes da mesma tormenta O homem quando nasce Renasce, resurgi, revolve e Reinventa Uma novoa forma De ser homem. Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 24/01/2014
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