

A ODE DO LAMENTO E DA ESPERANÇA
Minha visão, já turva Minha coluna curva Minha noção confusa Minha intenção difusa Meu caminhar contido Meu arfe jar sumido A sustentar, o abatido Olhar tristonho e caído Na hora mais profunda Quando a voz afunda E a lagrima miúda Na face faz moldura O tempo corroí a vida Cultivando a ferida Que hora doí ardida Na lembrança reprimida Quero, quando da ida, Na hora da partida não cultivar a flor arrependida, levar comigo a forca e galhardia mesmo que chore agora quando a noite vigora minha ilusão que aflora e de haver sempre nova aurora Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 16/04/2014
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