

CAVALEIRO CINZA
Se eu não soubesse
E ninguém dissesse Eu descobriria Atento a tudo De olho no mundo Minha valentia É o que mantém meu cego ego inteiro É o que permite o meu sonho passageiro Com dor nas costas E olhos inchados Eu levanto cedo Na mão da rua Minha mente crua Me empurra aceso E o que espera é o meu amor interno Mas o que próspera é o meu ódio sincero Maltrato as horas Rabisco no teto Planos atrevidos Praguejos as eras Amaldiçoou a história Com gritos encardidos E vou cavalgando insano em direção ao muro Espreitando a ilusão e num olhar profano e profundo E com a vã intensão De que amanhã Não me repita Não me repita Não me repita.
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 02/09/2019
Alterado em 29/07/2025 Copyright © 2019. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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