

REBECCA
De amores, Rebecca, fostes sortilégios, Engasgou vozes, ruborou faces, umedeceu olhos, ressecou bocas. Debulhou corações como milho, soterrou ilusões poeiris. No final das contas, malvada mulher, tornou-se o bálsamo e o veneno, no mesmo frasco, no mesmo beijo. Vítimas, somos todos, de tua doce e perversa languidez. Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 10/08/2023
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