

MARTÍRIOS DA SOLIDÃOOs danos da solidão, Corroem a alma, Destilam águas, Destroem diques
Navegar por este mar, É quase um martírio, Mas o vento em delírio, Leva a dolorida nau
Estar no leme, calcifica o eu, Mas sem lamúrias, Se vão as ondinas, Chorar pra lua
"Entrega o que podes, Engole o que tens", O velho resmunga,
Não haverá perdão, Nem conforto ilusório, Apenas vestígios funestos, De um purgatório. Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 04/11/2025
Alterado em 17/11/2025 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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