

TOLO
Tolo
Você me deu a sua língua Tolo E eu te dei o meu veneno Tolo Você matou de forma compulsiva Tolo E eu fiquei só me deliciando Tolo Em sua mão deixei minha faca Tolo Você assumiu a autoria Tolo Eu disse nem te conhecer Tolo Você apenas se agachou e olhou pro lado E agora você vem me bajular E agora você vem me venerar Dizer que sou a única salvação Fazer campanha para minha eleição Tolo Amanhã nem quero saber de você Tolo Nem quero ver você derreter E vá se consolar com outro Dar jeito em sua vida Nem quero saber se morreu Não sou coveiro Não sou coveiro Mas a gente se vê quando eu precisar Não sou coveiro Não sou coveiro Até lá, por favor , Vai se catar Vai se catar Mas não esquece de votar.
Ita poeta
Enviado por Ita poeta em 15/09/2026
Alterado em 15/09/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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